Ideia Interna – Zamenhof
A realidade do Esperanto em nossas vidas representa uma ligação extraordinária e duradoura.
Revelam os Espíritos ser esta língua montada nos planos superiores, nas moradas celestes.
Inúmeros espíritos de sabedoria, ligados a um dos apóstolos de Jesus, trabalharam na estruturação deste idioma para implantá-lo aqui na Terra, obedecendo a um determinismo divino.
Este apóstolo do Cristo desce à terra, encarnando-se com o nome Ludwik Lázaro Zamenhof, trazendo esta ferramenta salvadora para ser entendida e aceita à medida que a humanidade evolui em moralidade e intelectualidade, confirmando o seu valor inestimável na categoria social moderna, ou seja, nos preceitos evangélicos.
A Gênese, este relatório científico, ditado pelos Espíritos a Moisés, em certa altura do texto, descreve a formação de um povo cuja direção austera se daria por um líder. Uma boa semente que o Jardineiro do Éden envia para ser o mensageiro que clama no deserto, conduzindo os homens pelos áridos caminhos em direção à semelhança celeste.
Abrão significa “o Exaltado”, correspondendo às ações de seu comportamento em seu tempo de atuação. É comum neste livro os nomes serem os indicativos dos acontecimentos futuros; o significado da palavra indica o que vai ser realizado no percurso da história.
Todo o contexto indica que ele se opôs ao seu povo monoteísta, que pertence à sua linhagem Ŝem, mas que adorava um Deus enfraquecido em suas ações, ofuscado pelos costumes atávicos de cultuar seus ancestrais, os deuses domésticos de cada clã. Esse cenário o levou, inspirado pela espiritualidade, a viver uma vida nômade em busca da terra prometida, uma nação próspera, dedicada ao culto a um único Deus, o Eterno.
Conquistou um considerável número de adeptos devido à semelhança das ideias com sua proposta, o que pode ser percebido ao longo da narrativa, até que fossem aceitos nas terras egípcias e vivessem uma vida de reclusão por quatrocentos e trinta anos.
Deus estabeleceu a essa recém-formada família uma aliança: conduzi-la nas estradas da vida, na condição de despertar no ser humano a verdadeira adoração, que é o amor e o respeito ao Eterno e às Suas criaturas sobre toda a terra e, por conseguinte, em todo o universo.
A língua usada por este povo teve um acompanhamento sagrado em seu desenvolvimento, obedecendo à promessa divina e cuidando de manter suas características primordiais. Isso previa que, no futuro, ela seria a ferramenta para resolver os equívocos de comunicação das Escrituras Sagradas, que o tempo espalha sem controle.
O hebraico possui em sua estrutura gramatical elementos que facilitam a compreensão precisa do pensamento; as partículas aglutinadas às raízes e os afixos fornecem a direção das ideias a serem formadas. Uma língua consonantal, que mais tarde seguiu-se a um processo de transliteração.
O Esperanto, língua construída na espiritualidade, para conter em seu corpo elementos básicos que o levam a ter as mesmas funcionalidades na identificação das ideias, somado aos estilos que melhor operam em algumas línguas terrenas, já estabelecidas no âmbito da internacionalidade, identificando facilmente como sendo um recurso complementar do pensamento venerável do Cristo; uma língua transnacional, materializada por este Apóstolo do Cristo, o Judeu, Dr. Zamenhof.
Tem necessariamente ligação espiritual com a alma da língua hebraica. Na sua simplicidade, a língua revela-se como a ideia interna que proporciona a conexão perfeita para o entendimento das Escrituras Sagradas e suas sacrossantas revelações da verdadeira realidade.
Da origem da língua hebraica, metamorfoseada para o Esperanto, vamos compreender as escrituras, documentos reveladores de nossas vidas de espírito Vamos pautar nossas vidas nesta carta magna ditada por entidades siderais a Moisés, um médium conhecedor da realidade de nossas vidas. Isso ocorre desde o momento em que entramos, como Espírito, na pauta das necessidades para as correções morais em nossas almas, em longínquos evos de aprendizado, quando no espaço sideral.
Chegando a hora em que a humanidade, compreendendo a necessidade de uma língua que a distingue das demais, oferecendo recursos definitivos, aceitando-a nas condições de um idioma único capaz de amoldar todas as ideias, numa concordância fraterna, inquestionável, com os planos preestabelecidos pela magnanimidade do nosso Senhor Jesus Cristo, estaremos convencidos de sua majestade divina, garantindo o futuro da humanidade: “Paz eu vos deixo; minha paz vos dou; não como o mundo dá, eu dou a vós”, é o Esperanto em seus fundamentos.
Almas laboriosas na edificação do Evangelho de Jesus e do Esperanto afirmam com propriedade: “Esta língua veio do Céu; por ela, as Escrituras falarão por si mesmas!”
*A Vitória Final.