{"id":4903,"date":"2019-09-26T17:40:26","date_gmt":"2019-09-26T20:40:26","guid":{"rendered":"https:\/\/sodecristo.org.br\/hejme\/?page_id=4903"},"modified":"2024-02-10T09:35:15","modified_gmt":"2024-02-10T12:35:15","slug":"esperanto-como-revelacao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sodecristo.org.br\/hejme\/missao-do-esperanto\/esperanto-como-revelacao\/","title":{"rendered":"Esperanto Como Revela\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-size: 12pt;\"><i><b><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sodecristo.org.br\/hejme\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/Lorenz-Eo.png\" width=\"258\" height=\"247\" class=\"alignleft\" \/>FRANCISCO C\u00c2NDIDO XAVIER Ditado pelo Esp\u00edrito Francisco Valdomiro Lorenz Psicografou esta mensagem, a 19 de janeiro de 1959, em Uberaba, Brasil.<\/b><\/i><\/span><\/p>\n<p><span>AL\u00c9M DA MORTE<\/span><\/p>\n<p><span>Despertando, fora da roupagem constringente do corpo f\u00edsico, e sobrepujando-nos \u00e0 como\u00e7\u00e3o natural do processo liberat\u00f3rio da alma, insopit\u00e1vel anseio de expans\u00e3o nos excita.<\/span><\/p>\n<p><span>Compelidos a reajustar o quadro informativo das defini\u00e7\u00f5es teol\u00f3gicas, acordamos e, reconhecendo o impositivo da pr\u00f3pria renova\u00e7\u00e3o, sonhamos perlustrar os caminhos do mundo.<\/span><\/p>\n<p><span>Conhecer, enfim, a Terra! Auscultar-lhe a ancianidade e a grandeza! Penetrar a cultura dos povos e sentir-lhes de perto o conjunto de tradi\u00e7\u00f5es e lendas, cren\u00e7as e costumes! <\/span><\/p>\n<p><span>N\u00e3o apenas escutar as palavras que se pronunciam agora nas ru\u00ednas de Tebas ou nos templos de Benares, nas ruas de Atenas ou nos santos lugares de Jerusal\u00e9m, nas rel\u00edquias de Roma ou nos campos da Fran\u00e7a, mas tamb\u00e9m assinalar, de viva voz, os apontamentos dos arquivistas do esp\u00edrito, que velam pela sabedoria do Egito e protegem o M\u00e2nava Dharma Sastra ou as Leis de Manu da \u00cdndia Bram\u00e2nica, que sustentam os registos das anota\u00e7\u00f5es de S\u00f3crates e das li\u00e7\u00f5es originais de Jesus, e que nos poder\u00e3o revelar os editos dos imperadores romanos e repetir as palavras de Vercinget\u00f3rix, o her\u00f3i gaul\u00eas, quando se rendeu aos soldados de J\u00falio C\u00e9sar para adornar-lhe o triunfo!\u2026<\/span><\/p>\n<p><span>Quem, na euforia do ve\u00edculo espiritual rarefeito, n\u00e3o aspirar\u00e1 a transportar-se, de surpresa em surpresa, nos dom\u00ednios da intelig\u00eancia, como a falena, \u00e9bria de liberdade e de luz,volitando de flor em flor?<\/span><\/p>\n<p><span>PROBLEMA DA LINGUAGEM NA ESPIRITUALIDADE<\/span><\/p>\n<p><span>Na esfera imediata \u00e0 moradia humana, por\u00e9m, o problema da linguagem \u00e9 daqueles que mais nos afligem o senso \u00edntimo. <\/span><\/p>\n<p><span>O idioma simb\u00f3lico prevalece, com efeito, para as grandes comunidades dos Esp\u00edrito sem mais nobre ascens\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p><span>O imp\u00e9rio da arte pura \u00e9 a\u00ed a sublima\u00e7\u00e3o permanente da Natureza.<\/span><\/p>\n<p><span>A m\u00fasica diviniza a frase e a pintura acrisola a imagem, esculpindo-se monumentos que falam e gravando-se poemas que fulguram,atrav\u00e9s da associa\u00e7\u00e3o de cores e sons, no assombroso quimismo do pensamento. <\/span><\/p>\n<p><span>Entretanto, essa resid\u00eancia de numes, semelhante aos Campos El\u00edsios da tradi\u00e7\u00e3o mitol\u00f3gica, situa-se muito al\u00e9m do lar humano em que nos florescem as esperan\u00e7as. <\/span><\/p>\n<p><span>Ainda aqui, aos milh\u00f5es, n\u00e3o obstante se nos descerrem horizontes renovadores ,achamos nos separados pela barreira lingu\u00edstica. <\/span><\/p>\n<p><span>Vanguardeiros do progresso, como \u00e9 justo, adquirem contacto com idiomas nobres ou dominam dialetos aqui e acol\u00e1; isso, no entanto, com reduzido rendimento no trabalho educativo que se prop\u00f5em efetuar. <\/span><\/p>\n<p><span>Para isso, os mais credenciados, do ponto de vista moral, reencarnam-se nos pa\u00edses e regi\u00f5es que lhes granjeiam devo\u00e7\u00e3o afetiva, com sacrif\u00edcio participando do patrim\u00f4nio cultural que os caracteriza, gastando dec\u00eanios para a esses torr\u00f5es ofertar esse ou aquele recurso de aperfei\u00e7oamento \u00e0s pr\u00f3prias concep\u00e7\u00f5es. <\/span><\/p>\n<p><span>Isso porque a palavra pronunciada ou escrita \u00e9 e ser\u00e1 ainda, por mil\u00eanios, o agente de transmiss\u00e3o dos valores do esp\u00edrito, estabelecendo a comunh\u00e3o das almas, a caminho da Grande Luz, nas zonas de aprendizado em que se nos desenvolvem as lutas evolutivas.<\/span><\/p>\n<p><span>DISPARIDADE DE LINGUAGENS E SEPARA\u00c7\u00c3O DOS ESP\u00cdRITOS<\/span><\/p>\n<p><span>Nas linhas inferiores da Terra, os seres de car\u00e1ter rudimentar, pelo primitivismo das manifesta\u00e7\u00f5es que os singularizam, correspondem-se facilmente uns com os outros. <\/span><\/p>\n<p><span>Os bovinos de uma pastagem s\u00edria berram de modo an\u00e1logo aos brutos da mesma esp\u00e9cie numa est\u00e2ncia chilena, e o gemido de um c\u00e3o em Londres \u00e9 id\u00eantico, em tudo, ao choro esgani\u00e7ado de um c\u00e3o em T\u00f3quio. <\/span><\/p>\n<p><span>Do fonema, por\u00e9m, \u00e0 linguagem articulada, vigem milhares de s\u00e9culos, marcando a peregrina\u00e7\u00e3o da intelig\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p><span>Se o animal, diante do homem, est\u00e1 limitado no cub\u00edculo da interjei\u00e7\u00e3o, o homem,perante o anjo, ainda est\u00e1 preso ao c\u00e1rcere verbal\u00edstico.<\/span><\/p>\n<p><span>Por essa raz\u00e3o, entre as criaturas encarnadas e entre as criaturas desencarnadas, apesar da reflex\u00e3o mental inconteste, a linguagem \u00e9 ve\u00edculo ao plasma criador do pensamento, estendendo-o ou enquistando-o, conforme o raio de a\u00e7\u00e3o em que se demarca.<\/span><\/p>\n<p><span>As conquistas de um povo est\u00e3o, desse modo, encerradas com ele, em seu mundo idiom\u00e1tico, retardando-se, indefinidamente, a permuta providencial que faria das na\u00e7\u00f5es mais cultas mentoras diretas das que respiram na retaguarda. <\/span><\/p>\n<p><span>\u00c0 face disso, o Oriente e o Ocidente sempre nutriram entre si profundas antinomias e ra\u00e7as diversas se digladiam, desde longevas civiliza\u00e7\u00f5es, restritas \u00e0 faixa das ideias que lhes s\u00e3o pr\u00f3prias, cristalizadas na hegemonia pol\u00edtica ou religiosa, mantendo guerras peri\u00f3dicas de persegui\u00e7\u00f5es e exterm\u00ednio, em que largas possibilidades de tempo s\u00e3o sacrificadas ao deserto do afastamento, no qual a ignor\u00e2ncia se converte em perigoso verdugo, embora os princ\u00edpios redentores, formulados pelos pioneiros da evolu\u00e7\u00e3o, convocando as p\u00e1trias terrestres ao aprimoramento e \u00e0 fraternidade, repousem nas bibliotecas preciosas e bolorentas, \u00e0 fei\u00e7\u00e3o de mortos ilustres.<\/span><\/p>\n<p><span>NECESSIDADE DE UMA L\u00cdNGUA INTERNACIONAL<\/span><\/p>\n<p><span>Urgia, desse modo, n\u00e3o apenas para o ajuste de humanas cogita\u00e7\u00f5es, a cria\u00e7\u00e3o de uma l\u00edngua auxiliar que interligasse os territ\u00f3rios do esp\u00edrito. Um sistema de comunh\u00e3o que exonerasse os lidadores do avan\u00e7o intelectual de maiores entraves para o acesso aos tipos mais altos de cultura&#8230;Ansiavam milh\u00f5es de almas pela liberta\u00e7\u00e3o das algemas lingu\u00edsticas que lhes mumificavam as express\u00f5es. <\/span><\/p>\n<p><span>Esp\u00edritos habilitados a voos amplos, nos c\u00e9us da ci\u00eancia e da arte, da instru\u00e7\u00e3o e da ind\u00fastria, restringiam-se aos preceitos e ritos mentais dos tratos de gleba em que agiam ou renasciam, sufocados no c\u00edrculo angusto de parco vocabul\u00e1rio, quais p\u00e1ssaros de majestoso poder, aprisionados na f\u00e9rrea gaiola da insipi\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p><span>Grandes comunidades imperiais, quais a R\u00fassia e a Gr\u00e3-Bretanha, mostravam-se divididas por l\u00ednguas v\u00e1rias e m\u00faltiplos dialetos, afigurando-se como corpos gigantescos em que o sangue mental circulasse deficiente.<\/span><\/p>\n<p><span>E al\u00e9m da paisagem propriamente terrestre, as criaturas libertas do carro f\u00edsico, se excepcionalmente evolu\u00eddas, no intervalo das reencarna\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias, via de regra n\u00e3o conseguiam transcender a fronteira de realiza\u00e7\u00f5es dos grupos raciais a que se viam jungidas.<\/span><\/p>\n<p><span>Intelig\u00eancias dos conjuntos asi\u00e1ticos, africanos, amer\u00edndios, latinos, eslavos, sax\u00f4nio se de outros agrupamentos permutavam aquisi\u00e7\u00f5es, imolando cabedais insubstitu\u00edveis de tempo.<\/span><\/p>\n<p><span>Verificando as imensas dificuldades para o interc\u00e2mbio de tribos e povos desencarnados, especialistas espirituais de fon\u00e9tica, etimologia e onomatopeia empreenderam a forma\u00e7\u00e3o de um idioma internacional para entendimento r\u00e1pido nas regi\u00f5es espaciais vizinhas do Globo, multiplicando, em v\u00e3o, tentames e experi\u00eancias, at\u00e9 que um dos grandes mission\u00e1rios da Luz, consagrado \u00e0 conc\u00f3rdia, tomou a si o exame e a solu\u00e7\u00e3o do problema.<\/span><\/p>\n<p><span>CRIA\u00c7\u00c3O DO ESPERANTO ENTRE OS ESP\u00cdRITOS<\/span><\/p>\n<p><span>Novas perspectivas descerram-se, promissoras.<\/span><\/p>\n<p><span>Cercando-se de assessores eficientes, o construtor da unifica\u00e7\u00e3o iniciou dilatados estudos e, conjugando as mais conhecidas ra\u00edzes idiom\u00e1ticas de v\u00e1rios povos, concretizou, em quase meio s\u00e9culo de trabalho, a sublime realiza\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span>Auxiliado pelas numerosas equipes de colaboradores que se lhe afinavam com o ideal,o g\u00eanio da confraterniza\u00e7\u00e3o humana, que conhecemos por L\u00e1zaro Lu\u00eds Zamenhof,\u00a0 engenhara, com a inspira\u00e7\u00e3o divina, o prod\u00edgio do Esperanto, estabelecendo-se a institui\u00e7\u00e3o de academias respectivas, nos planos espirituais conexos \u00e0s na\u00e7\u00f5es mais cultas do Planeta.<\/span><\/p>\n<p><span>CRIA\u00c7\u00c3O DO ESPERANTO ENTRE OS HOMENS<\/span><\/p>\n<p><span>Reconhecido o primor de mecanismo da l\u00edngua que nascera por fator exato de aproxima\u00e7\u00e3o das coletividades espirituais, avizinha-se o s\u00e9culo XIX com enorme programa de servi\u00e7o renovador.<\/span><\/p>\n<p><span>Caem basti\u00f5es do fanatismo e da ignor\u00e2ncia.<\/span><\/p>\n<p><span>A pesquisa cient\u00edfica desvela novos rumos \u00e0 mente popular.<\/span><\/p>\n<p><span>Aprestam-se enviados ao campo f\u00edsico para o congra\u00e7amento dos homens.<\/span><\/p>\n<p><span>O barco de Fulton, a locomotiva de Stephenson, o tel\u00e9grafo el\u00e9trico de Morse, o aparelho de Bell, as fotografias animadas dos irm\u00e3os Lumi\u00e8re, a linotipo de Mergenthaler e a sondas de Hertz prenunciam o submarino e o transatl\u00e2ntico, o autom\u00f3vel moderno e o avi\u00e3o, o cinema e a grande imprensa, o telefone, a radiofonia e a televis\u00e3o da atualidade.<\/span><\/p>\n<p><span>As profecias de Maxwell desbravam caminhos para as ci\u00eancias at\u00f4micas.<\/span><\/p>\n<p><span>No cen\u00e1rio de resplendentes promessas, Allan Kardec, na miss\u00e3o de Codificador do Espiritismo, desvenda novos continentes de luz ao esp\u00edrito humano, operando a revivesc\u00eancia do Cristianismo, e, t\u00e3o logo se lhe derramam na Terra as claridades do primeiro livro revelador, em 1857, decide-se a reencarna\u00e7\u00e3o do grande mensageiro da fraternidade.<\/span><\/p>\n<p><span>Corporifica-se Zamenhof, em 1859, num lar da Pol\u00f4nia, ent\u00e3o associada ao Imp\u00e9rio Moscovita, cujos povos congregados falavam e escreviam em quase duzentas l\u00ednguas diversas.<\/span><\/p>\n<p><span>Retomando gradualmente as potencialidades que o enriqueciam na Esfera Superior, sente se amparado pelos mesmos amigos que o ajudaram na constitui\u00e7\u00e3o do idioma internacional.<\/span><\/p>\n<p><span>E, ante as farpas da cr\u00edtica e sob os latejos da ingratid\u00e3o, atormentado, incompreendido pela maioria dos contempor\u00e2neos, ferido por muitos e apedrejado em seus sentimentos mais caros, recomp\u00f5e o Esperanto para os povos terrestres, encetando nova estrada para a unifica\u00e7\u00e3o mundial.<\/span><\/p>\n<p><span>CONTRIBUI\u00c7\u00c3O MEDI\u00daNICA NA DIFUS\u00c3O DO ESPERANTO<\/span><\/p>\n<p><span>Estranha-se comumente a atitude de muitos estudiosos desencarnados, recomendando,atrav\u00e9s de canais medi\u00fanicos, o estudo da l\u00edngua internacional.<\/span><\/p>\n<p><span>Decerto que o Esperanto n\u00e3o \u00e9 disciplina religiosa, mas fascinante chave de percep\u00e7\u00e3o,descortinando fil\u00f5es inesgot\u00e1veis de cultura superior.Facilitar o entendimento \u00e9 ato de caridade, e construir o futuro \u00e9 servi\u00e7o de confian\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p><span>Qualquer viagem, al\u00e9m das fronteiras em que nos desenvolvemos no torr\u00e3o de ber\u00e7o, exige prepara\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span>\u00c9 in\u00fatil providenciar passaporte em favor de um analfabeto para inspe\u00e7\u00e3o demorada aos cursos da Universidade de Paris, tanto quanto desagrad\u00e1vel colocar algu\u00e9m nas telas maravilhosas do inverno su\u00ed\u00e7o sem um trapo de l\u00e3.<\/span><\/p>\n<p><span>Aprender Esperanto, ensin\u00e1-lo, pratic\u00e1-lo e divulg\u00e1-lo \u00e9 contribuir para a edifica\u00e7\u00e3o do Mundo Unido.<\/span><\/p>\n<p><span>EXIG\u00caNCIAS DA SOLIDARIEDADE<\/span><\/p>\n<p><span>As criaturas que hoje se amesendam com o p\u00e3o da carne ser\u00e3o amanh\u00e3 as criaturas da vida real, acomodando-se, obrigatoriamente, aos valores do esp\u00edrito.<\/span><\/p>\n<p><span>Desembara\u00e7adas do coche f\u00edsico, ainda mesmo quando temporariamente imobilizadas nas ideias antropoc\u00eantricas que lhes alimentavam os dias, acabar\u00e3o apreendendo o imperativo da pr\u00f3pria liberta\u00e7\u00e3o, abrindo janelas interiores que lhes ventilem os pensamentos.<\/span><\/p>\n<p><span>Se um homem comum da atualidade, ocupando um avi\u00e3o a jato, pode retirar-se da Am\u00e9rica, descansar na \u00c1frica e conciliar neg\u00f3cios na Europa, no espa\u00e7o de algumas horas,precisa senhorear v\u00e1rias l\u00ednguas ou remunerar diferentes int\u00e9rpretes para movimentar-se com seguran\u00e7a e proveito, imaginemos o homem desencarnado, na complexidade das sensa\u00e7\u00f5es novas que o tomam de assalto, quando a ruptura da represa sensorial lhe extravasa os sentidos.<\/span><\/p>\n<p><span>A sede de comunica\u00e7\u00e3o e de solidariedade requeima-lhe o c\u00e9rebro e comprime-lhe o cora\u00e7\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p><span>\u00c9 imprescind\u00edvel falar e ouvir, perceber e compreender, desonerar-se de condicionamentos antigos, quebrar velhas f\u00f3rmulas, ajustar-se a mais amplas dimens\u00f5es, expungir o passado e partir de si mesmo.<\/span><\/p>\n<p><span>IDIOMA INTERNACIONAL E RELIGI\u00c3O UNIVERSAL<\/span><\/p>\n<p><span>Atendamos, desse modo, n\u00f3s outros, espiritualistas e esp\u00edritas, encarnados e desencarnados, ao incremento do Esperanto, em simultaneidade com o esfor\u00e7o de restaurar as colunas do Cristianismo, por santu\u00e1rio vivo da Religi\u00e3o Universal, em bases de amor e sabedoria, no terreno da Bondade Imensur\u00e1vel de Deus e Sua Justi\u00e7a indefect\u00edvel.<\/span><\/p>\n<p><span>N\u00e3o importa estejamos, na condi\u00e7\u00e3o de coidealistas do Esperanto, em sintonia com os nossos irm\u00e3os cat\u00f3licos, reformistas, ortodoxos, bramanistas, budistas, israelitas, sinto\u00edstas,maometanos, zoroastristas, ateus e de quaisquer outras confiss\u00f5es e convic\u00e7\u00f5es, porquanto, as correntes de ideias, como as fontes de n\u00edveis diversos que des\u00e1guam invariavelmente no mar,alcan\u00e7am sempre o oceano da realidade imut\u00e1vel, em cujas \u00e1guas as advert\u00eancias da evolu\u00e7\u00e3o nos imp\u00f5em o reconhecimento da pr\u00f3pria humildade ante a grandeza da vida, com a impersonaliza\u00e7\u00e3o de nossa f\u00e9.<\/span><\/p>\n<p><span>Desfraldemos, assim, o estandarte verde por s\u00edmbolo de uni\u00e3o!Em qualquer idade, aprendamos!Incompreendidos, prossigamos!Alegres, perseveremos!Esperanto quer dizer &#8220;o que espera&#8221;.Marchando e servindo, crendo e amando, imperturb\u00e1veis, esperaremos.<\/span><\/p>\n<p><span>EM SAUDA\u00c7\u00c3O<\/span><\/p>\n<p><span>E agora, Zamenhof, <\/span><br \/>\n<span>Que um s\u00e9culo termina <\/span><br \/>\n<span>Sobre a tua chegada<\/span><br \/>\n<span>Ao mundo em transi\u00e7\u00e3o,<\/span><br \/>\n<span>Saudamos-te a grandeza<\/span><br \/>\n<span>Em preito reverente.<\/span><br \/>\n<span>Depois que deste aos homens<\/span><br \/>\n<span>A mensagem de luz<\/span><br \/>\n<span>Do Esperanto sublime,<\/span><br \/>\n<span>Guerras encarni\u00e7adas<\/span><br \/>\n<span>A\u00e7oitaram de novo<\/span><br \/>\n<span>As na\u00e7\u00f5es divididas.<\/span><br \/>\n<span>Mas do fundo da noite<\/span><br \/>\n<span>Em que a disc\u00f3rdia alonga<\/span><br \/>\n<span>Azorragues de treva,<\/span><br \/>\n<span>A estrela que acendeste<\/span><br \/>\n<span>Em verde resplendente<\/span><br \/>\n<span>Anuncia a uni\u00e3o.<\/span><br \/>\n<span>E n\u00f3s, Esperantistas,<\/span><br \/>\n<span>Trabalhando, dispersos,<\/span><br \/>\n<span>No ch\u00e3o de todo o Globo,<\/span><br \/>\n<span>Repetimos contigo:<\/span><br \/>\n<span>\u2014 Louvado seja Deus!<\/span><br \/>\n<span>Bendito seja o amor!..<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>\u00a0Esperanto Como Revela\u00e7\u00e3o em PDF<\/strong><a href=\"https:\/\/sodecristo.org.br\/hejme\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/O-Esperanto-Como-Revelacao-psicografia-Chico-Xavier-espirito-Francisco-Valdomiro-Lorenz.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-6050 size-full\" src=\"https:\/\/www.evonline.com.br\/wp-content\/uploads\/btn-download-pdf.jpg\" alt=\"Esperanto Como 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