OsQuatroEvangelhos  
 
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O Mundo hoje está tão avançado e já de muito a ciência vem revelando e mostrando para todos, as belezas divinas da Terra e tudo que ela possui; as maravilhas dos Céus, na imensidade que alcança bilhões de anos luz, revelando assim o nosso universo e deixando-nos entrever outros universos. Faz nos sentir a magnanimidade, a onipotência, a onipresença de Deus.

Boa parte da Humanidade acompanha esses avanços numa admiração pelo Criador, que já não tem como aceitar explicações tão acanhadas sobre a natureza de Deus. Enfraquecida em suas crenças ela aguarda suas instituições, num futuro breve, estar esclarecendo em espírito e verdade, o advento do Cristo. Pressente que, Espíritos elevados, capacitados para esta tarefa serão enviados por Jesus na missão de, encarnados entre nós, humildes e simples, serem peças importantes para que ocorra a transformação tão necessitada para um novo impulso na regeneração da humanidade.

 A Ciência Espírita nos revela o verdadeiro sentido das três entidades de que compõem a Santíssima Trindade, despertando em nós o verdadeiro amor e respeito por ela. Extingue de vez, as ideias panteísta e pagãs, nos dando a chance de conhecer DEUS, JESUS, ESPÍRITO SANTO, distintos, em suas reais concepções.

 DEUS, JESUS, ESPÍRITO SANTO

"E (sabemos) que nenhum outro Deus há além do único Deus, pois, conquanto haja os que são chamados deuses, QUER no céu, QUER na terra, de modo a haver muitos deuses e muitos senhores, não há, todavia, para nós, senão um só Deus, que é o pai, de quem todas as coisas tiram o ser e QUE nos fez PARA SI; senão um só Senhor, QUE É Jesus-Cristo, por quem todas as coisas foram feitas e por quem somos tudo o que somos." (Paulo, 1 Epístola aos Coríntios, VIII, v. 5 e 6.)

N.62. Qual o sentido destas palavras que ditastes mediunicarnente, falando da opinião segundo a qual Jesus é urna fração Deus: “opinião que sofrivelmente se enquadra nas idéias panteistas"?
Segundo a doutrina que na linguagem humana tem o nome de panteísmo, tudo sai de um só princípio e tudo volta a se reintegrar nesse mesmo princípio para de novo daí sair e voltar, constituindo estas perpétuas separações e reintegrações a rodagem da máquina universal.

Em menor escala, Jesus e o Espírito Santo são frações de Deus, partes integrantes do todo, formando, pois, com ele a unidade. É uma variante do tema do panteísmo. No que sucedeu às margens do Jordão, tendes um exemplo do cunho panteísta da opinião dos que consideram Jesus e o “Espírito Santo" como duas frações de Deus. Lá vemos Deus dividido em três partes: uma - Jesus, num corpo humano idêntico aos vossos, sujeito às necessidades da existência humana e às contingências humanas de vida e de morte; outra o - Espírito Santo que, afetando a forma de uma pomba, desceu sobre Jesus; a terceira - Deus, de quem aquelas duas frações saíram e cuja voz se fez ouvir no céu, dizendo: “És meu filho bem-amado em quem hei posto todas as minhas complacências”.

As duas frações de Deus, depois de se terem separado do grande todo, voltam a reintegrar-se nele, reconstituindo assim a sua unidade.

A não se querer enquadrar nas idéias panteístas essa maneira de considerar a Jesus e o Espírito Santo, forçoso será encaixá-la no quadro das idéias do paganismo, relativas à pluralidade dos Deuses.

Semelhante modo de ver, que é tratado de "mistério" e que a razão instintivamente repele, nasceu das falsas interpretações humanas resultantes da ignorância do homem acerca da origem espírita de Jesus e do que se deve entender, em espírito e verdade, por "Espírito Santo". Graças à nova revelação, sabeis agora:

que Deus é o só e unico princípio universal, não divisível, que cria mas não pela divisibilidade da sua essência; que Deus é uno";

que Jesus é um Espírito criado, que teve a mesma origem de todos os Espíritos, o mesmo ponto inicial de existência, que se tornou Espírito puro, de pureza perfeita e imaculada sem haver falido jamais, Espírito cuja perfeição se perde na noite das eternidades, protetor e governador do vosso planeta a cuja formação presidiu, encarregado por Deus de o levar ao estado fluídico, levando-lhe a humanidade à perfeição";

"que “Espírito Santo” é uma designação alegórica, sob a qual se compreendem indistintamente, de modo coletivo ou individual, os Espíritos puros, os Espíritos superiores e os bons Espíritos, como sendo, em ordem hierárquica, os ministros ou agentes da vontade de Deus, os órgãos de suas inspirações junto dos homens". (Os Quatro Evangelhos J-B Roustaing - Tomo I)

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