OsQuatroEvangelhos  
 
    JBROUSTAING 
 

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Apresentação


É, pois, um livro precioso e sagrado o de Roustaing” (Bezerra de Menezes).


kardec roustaing miniOs Quatro Evangelhos, obra coordenada por João Batista Roustaing, é muito combatida dentro do meio espírita sob a alegação de que estaria em contradição com a doutrina espírita. Ora, tendo sido traduzido e publicado pela Federação Espírita Brasileira (FEB) que, inclusive, recomenda sua leitura em seu estatuto.


Se for verdadeira essa afirmativa, estaremos diante de um impasse: uma obra contrária à doutrina espírita sendo publicada e recomendada pela FEB. Se isso ocorrer com Os Quatro Evangelhos, pode-se supor que ocorra com outras obras e, nesse caso, a FEB, que publica o maior número de obras espíritas em todo o mundo, possuindo um grupo de análise do caráter doutrinário de cada obra que publica, não mereceria confiança nesse trabalho, pois estaria divulgando obras contrárias à doutrina espírita.


Entretanto, Os Quatro Evangelhos não é contrário à doutrina espírita. Pelo menos esse é o pensamento de Allan Kardec, codificador da doutrina, que assim se manifestou na Revista Espírita a respeito dessa obra:


(...) É um trabalho considerável, que tem o mérito de não estar, em nenhum caso, em contradição com a doutrina espírita (...) (Revista Espírita de junho de 1866, Notas bibliográficas).


Desse modo, temos a opinião do codificador da doutrina espírita de que Os Quatro Evangelhos não está em contradição com a doutrina espírita. Entretanto, conforme nos ensina ele próprio, devemos passar no crivo da razão as mensagens recebidas dos Espíritos (e, ao contrário do que se diz, Os Quatro Evangelhos é uma obra mediúnica e não de autoria de João Batista Roustaing). Como se trata de uma obra extensa e que, ambém por isso, não é muito lida, selecionei diversos assuntos retirados de Os Quatro Evangelhos (1866) e combinei-os com temas retirados da Revista Espírita ou de um desses livros de Kardec: O Livro dos Espíritos (1857), O Livro dos Médiuns (1861), O Evangelho Segundo o Espiritismo (1864), O Céu e o Inferno (1865), A Gênese (1868) e Obras Póstumas (1890). O leitor é convidado a identificar que parte pertence a Kardec e que parte pertence aos Espíritos que ditaram Os Quatro Evangelhos.


Se Os Quatro Evangelhos apresentasse uma doutrina diferente da doutrina espírita, como querem alguns, não haveria tantas passagens coerentes com as obras de Kardec.

Desejo-lhe uma boa leitura.(Baixar o arquivo

Paulo Afonso da Mata Machado


Caro Irmão, apreciei muito o seu trabalho e partilho suas impressões acerca do que é realmente importante a nós, os Espíritas, em nossas instituições. Deus continue a guiar seus passos e sua tarefa. Se posso opinar sobre publicidade desse material, opino favoravelmente, pois é uma compilação de muito valor para a maioria das pessoas que frequentam as casas espíritas, mas desconhecem as bases e pontos levantados por você.


Obrigado pela confiança e votos de paz!

Em 9 de dezembro de 2011.


Wagner.
(Wagner Gomes da Paixão)

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